Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

terça-feira, 28 de julho de 2015

Nova Administração da Portos dos Açores, SA eleita em Assembleia Geral


Por proposta do acionista, a administração da Portos dos Açores, S.A. para o triénio 2015/2017 foi eleita esta segunda-feira em Assembleia Geral da empresa.

Fernando Manuel de Saldanha Matos do Nascimento, licenciado em Engenharia Civil, pela Universidade do Porto, mantém-se como Presidente do Conselho de Administração. Mantém-se, igualmente, como administrador Miguel Fernandes Melo de Sousa Correia, licenciado em Economia, pela Universidade Nova de Lisboa, com especialização em Economia de Empresa.

Pedro Miguel Rodrigues da Silva é o novo membro do Conselho de Administração, que substituiu nas funções Filipe Macedo. O novo administrador, que integrou a Portos dos Açores, S.A. em fevereiro de 2008, é licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores – Ramo Energia e Sistemas, pelo Instituto Superior Técnico, e foi responsável pela Direção de Operações dos Portos de Ponta Delgada e Vila do Porto e pela Gestão da Manutenção de Equipamentos e Infraestruturas dos referidos portos.


Horta, 27 de julho de 2015



Portos dos Açores, S.A.
[Departamento Jurídico, Administrativo e de Comunicação]


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Navio "Minerva" em Angra do Heroísmo











 © Copyright fotos: João Bettencourt Mendonça, Terceira.
Registo fotográfico da autoria do Amigo, João Bettencourt Mendonça, relativo à escala hoje em Angra do Heroísmo do navio de cruzeiros, "Minerva". O navio ao fundear na histórica baía da Angra do Heroísmo, leva-nos a reflectir na já "velha" questão do porto de cruzeiros de Angra do Heroísmo, será mesmo necessário? 
Um Agradecimento ao Angra Marina Hotel e à Pousada de São Sebastião (Castelinho) - Pousadas de Portugal a oportunidade de ter tirado algumas fotografias a partir das suas instalações.
Dados técnicos:
Nome: MINERVA.
Tipo: Passageiros/Cruzeiro.
IMO: 9144196.
Indicativo: C6NP5.
MMSI: 309477000.
Bandeira: Bahamas.
Porto de Registo: Nassau.
Numero Oficial: 727480.
Operadores: Swan Hellenic Cruises- Southampton, Inglaterra, Reino Unido.
Classe: Registo Italiano Navale.
Ano de Construção: 1996.
Data de Entregue: 25/04/1996.
Estaleiros: Okean, Sudostroitelnyy Zavod- Nikolayev, Ucrânia (Casco). Casco#001.
                 Mariotti Spa,T- Génova, Itália (Resto da Embarcação). Casco#595.
Comprimento Fora a Fora: 133,55 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 115,10 metros.
Boca: 20,00 metros.
Pontal: 9,00 metros.
Calado: 5,82 metros.
Arqueação Bruta: 12,892 toneladas.
Arqueação Liquida: 4,349 toneladas.
Porte Bruto: 2,004 toneladas.
Numero de Convés Para Passageiros: 6. Numero de Cabines: 175. Numero de Camas: 428. Numero de Tripulantes: 160.
Potencia de Maquinas: 6,920 kW (9,408 hp), 520,00 rpm. 2 hélices CP, 150,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 16,00 nos.
Potencia de Geradores Auxiliares: 7,200 kw.
Potencia de Thrusters: 500,00 kW (680,00 bhp).
Nomes Anteriores: Okean (1989-1996), Minerva (1996-2003), Saga Pearl (05/2003-11/2003), Explorer II (2003-2004), Saga Pearl (2004-2005), Explorer II (02/2005-03/2005), Alexander von Humboldt (2005-2006), Explorer II (01/2006-06/2006), Alexander von Humboldt (2006-2007), e Explorer II (2007-03/2008).


sábado, 25 de julho de 2015

Obrigado, Mário Silva!

© Copyright fotos: Mário Silva, Santa Maria.
Durante estes últimos anos o nosso Amigo, Mário Silva, foi generosamente partilhando imagens relativas aos navios que visitaram o porto de Vila do Porto, possibilitando  dessa forma ficar a conhecer melhor o porto mariense. Por razões profissionais o nosso Amigo , Mário Silva, termina a sua missão na ilha de Santa Maria,  sendo estas as últimas imagens do porto de Vila do Porto. Obrigado, Mário pela tua Generosidade e Amizade, Boa Sorte na tua nova missão!





sexta-feira, 24 de julho de 2015

Portos dos Açores, S.A. - Esclarecimento sobre avaria da grua portuária do Porto da Praia da Vitória

 © Copyright foto: Cte Rui Carvalho, Terceira.
© Texto: Portos dos Açores, SA
Tendo em conta a notícia difundida por vários órgãos de comunicação social, dando conta de alegados atrasos nos navios de carga e da avaria da única grua em funcionamento no Porto da Praia da Vitória, colocando supostamente em risco o desembarque de contentores, esta administração portuária vem esclarecer o seguinte:


1. A Portos dos Açores, S.A. tem, de facto, uma grua Gottwald avariada no Porto da Praia da Vitória desde o dia 9 de julho, em resultado da quebra de um dos cabos de carga daquele equipamento;
2. A reparação da avaria em questão implicou a deslocação dos componentes da grua danificados da Holanda, prevendo-se para o início de Agosto a sua operacionalidade;
3. Seja como for, não corresponde à verdade que a mencionada avaria possa “colocar em risco o desembarque de contentores”, já que todos os navios porta-contentores que operam entre o continente e a Região possuem meios de descarga próprios que, de resto, utilizam na generalidade dos portos do arquipélago dos Açores;
4. A utilização da grua Gottwald no Porto da Praia da Vitória permite, não obstante, maior rentabilidade e celeridade na operação portuária, o que implicou face à avaria registada que os armadores reprogramassem a sua operação, incluindo-se aqui ajustamentos de itinerários;
5. Como é natural em situações de qualquer avaria e no caso presente também a principal preocupação da administração portuária foi tentar que o problema fosse debelado no mais rápido prazo de tempo possível, o que se crê acontecerá num período de tempo muito curto, tendo em conta a natureza da avaria em questão;
6. A Portos dos Açores, S.A. lamenta os transtornos que esta situação possa estar a causar e afirma-se, acima de tudo, orientada por princípios de precaução, tendo em vista o desenvolvimento de toda a operação portuária com os mais elevados padrões de segurança para pessoas e bens.


Horta, 24 de julho de 2015

Portos dos Açores, S.A.

PORTOS DOS AÇORES, S.A. CONSIGNA EMPREITADA DO PORTO DAS VELAS, NA ILHA DE SÃO JORGE

 © Copyright foto: Miguel Nóia, Faial.
© Texto: Portos dos Açores, SA
A Portos dos Açores, S.A. consignou esta quinta-feira, 23 de julho, a empreitada de “execução do prolongamento do molhe-cais do Porto das Velas”, no montante de € 17.887.000,00 (dezassete milhões, oitocentos e oitenta e sete mil euros), mais IVA, obra que estará a cargo de um agrupamento constituído pelas empresas Tecnovia Açores - Sociedade de Empreitadas, S.A., Somague Ediçor - Engenharia, S.A. e Marques, S.A., a qual deve ser contratualmente executada em 24 meses.
A empreitada de prolongamento do cais comercial atual e respetivo molhe de proteção do principal infraestrutura portuária da ilha de São Jorge, prevê mais 150 metros de cais acostável e inclui ainda a construção de uma nova gare de passageiros, adjacente à rampa Ro-Ro para navios ferry, bem como todo o reordenamento dos espaços envolventes.
Nos trabalhos estão também incluídos a edificação de um armazém destinado a oficinas e garagem dos equipamentos de movimentação das mercadorias e a instalação de redes técnicas (água, energia elétrica, combate a incêndios e combustíveis), no prolongamento do cais, a par da reabilitação/beneficiação das redes já existentes.
O prolongamento do molhe-cais do Porto das Velas irá permitir a operação em simultâneo de navios de transporte de passageiros e navios de transporte de mercadorias, alarga a possibilidade daquela ilha receber navios de cruzeiros de turismo e cria condições de abrigo substancialmente melhores em toda a bacia portuária, com inegáveis vantagens para o núcleo de pescas e para a marina, que tem tido uma procura crescente de iates ao longo dos últimos anos.
Esta empreitada dá corpo ao compromisso oportunamente assumido pelo Governo dos Açores com a ilha de São Jorge, o qual se acha inscrito na «Carta Regional das Obras Públicas» (CROP), nomeadamente quanto a investimentos nos diferentes portos da Região Autónoma.

Horta, 23 de julho de 2015

Portos dos Açores, S.A.
[Departamento Jurídico, Administrativo e de Comunicação]

sábado, 18 de julho de 2015

PORTOS DOS AÇORES, SA inova nos sistemas móveis

© Captura de imagem: Portos dos Açores, SA.
© Texto: Página do Facebook/Porto de Ponta Delgada
Autoridade Portuária dos Açores é responsável pela conceção de aplicação móvel portuária dedicada a navios e carga.
A Portos dos Açores, S.A. vem por este meio informar a Comunidade Portuária que disponibiliza a partir de hoje uma solução móvel para smartphones e tablets, que visa aproximar as operações portuárias dos seus clientes finais e da comunidade em geral.
A aplicação desenvolvida internamente está disponível gratuitamente nas tecnologias IOS e Android (nas habituais lojas online – Apple Store e Google Play Store) e permite, numa mesma plataforma, uma utilização iminentemente profissional, direcionada para a comunidade portuária e centralizada nos processos de gestão desta atividade ligados aos navios e à carga, e uma utilização lúdica mais orientada para a comunidade em geral, na qual qualquer entusiasta poderá consultar informações sobre navios, contactos da comunidade portuária e outros serviços disponíveis no site da PA, como sejam as entradas e saídas de navios por porto, entre outros.

LES SABLES – HORTA – LES SABLES - Dois recordes de tempo batidos na edição deste ano da regata

NOTA DE IMPRENSA
LES SABLES – HORTA – LES SABLES [3]

(Dois recordes de tempo batidos na edição deste ano da regata SHS)


Dois recordes de tempo de navegação foram esta sexta-feira batidos no final da segunda etapa da quinta edição da regata Les Sables / Horta / Les Sables para iates da Classe 40 (embarcações com 12 metros de comprimento), sendo o mais significativo aquele que fixa uma nova marca na ligação marítima entre os Açores e França, agora estabelecida em apenas 4 dias, 17 horas, 38 minutos e 30 segundos.

A dupla  francesa Yannick Bestaven / Pierre Brasseur, no veleiro de última geração “Le Conservateur”, foi a protagonista deste tempo fulminante (à média impressionante de 15,1 nós), que suplanta em 21 horas o registo na posse da equipa Jean-Edouard Criquioche e Jacques Fournier, que com o iate “Groupe Picoty” completara em 2011 as 1270 milhas de viagem da Horta a Sables d’Olonne em 5 dias, 14 horas, 46 minutos e 26 segundos.

O veleiro “Le Conservateur” passa a deter, entretanto, também o melhor tempo final acumulado, feita a soma às duas etapas desta competição internacional, o qual agora se situa em 11 dias, 19 horas, 30 minutos e 31 segundos, fazendo cair um recorde já com seis anos, que datava de 2009 e pertencia ao veleiro “Telecom Itália”, da dupla Giovanni Soldini / Karine Fauconnier, na altura com 12 dias, 17 horas, 34 minutos e 38 segundos de navegação de alto mar.

Até ao final da tarde desta sexta-feira já quatro veleiros tinham concluído a regata, em França. O segundo na meta foi o “Solidaires en Peloton ARSEP”, da equipa Thibault Vauchel-Camus / Victorien Erussard, ambos gauleses, que chegaram a Sables d’Olonne com mais 1 hora, 17 minutos e 46 segundos que os primeiros e que nas contas finais foram vice-campeões da prova, com 12 dias, 2 horas, 32 minutos e 17 segundos de percurso global.

Em terceiro lugar à chegada da segunda etapa ficaram os também franceses Louis Duc / Yves Sales, no iate “Carac Advanced Energies”, com 4 dias, 23 horas, 42 minutos e 8 segundos de viagem, pouco menos que a dupla gaulesa Bertrand Delesne / Nils Palmieri, do “TeamWork 40”, que fez o tempo de 4 dias, 23 horas, 50 minutos e 55 segundos, mas que face à vantagem de cerca de duas horas que traziam da primeira etapa acabaram por conquistar o último lugar do pódium neste competição.

Os velejadores cumpriram as 1270 milhas náuticas entre os Açores e a costa oeste-atlântica de França com condições muito favoráveis de mar e vento, confirmando-se o favoritismo do skipper do “Le Conservateur”, Yannick Bestaven, um dos mais destacados concorrentes da frota - no seu currículo avulta o primeiro lugar na Transat Jacques Vabre, em 2011 (na Classe 40) e, ainda, a vitória na Transat 6.50 de 2001, para solitários, em embarcações ‘mini’.

Recorde-se que a regata Les Sables / Horta / Les Sables (regata que pôde ser seguida no site www.lessables-horta.com) é organizada pela municipalidade francesa de Sables d’Olonne, com a colaboração estreita com a novíssima Associação Les Sables d’Olonne Vendée Course Au Large e com a Associação Class’ 40, ambas agremiações também gaulesas.

Esta prova tem, ainda, os apoios do Conselho Regional do Pays de la Loire, do Conselho Geral de Vendée, do Port Olona e da Associação Náutica de Bourgenay, sob os auspícios da Federação Francesa de Vela. Nos Açores a regata conta com a coordenação logística da Comissão Náutica Municipal da Horta, que integra a Câmara Municipal da Horta, o Clube Naval da Horta, a Portos dos Açores S.A. e a Associação Regional de Vela dos Açores, recebendo o apoio do Governo dos Açores.

Horta, 17 de julho de 2015


Comissão Náutica Municipal da Horta - Açores / Dr. Luís Prieto


sexta-feira, 17 de julho de 2015

O regresso do HSC "Hellenic Wind"










© Copyright fotos: MM Bettencourt, Graciosa.
Ora aqui está o regresso ontem do HSC "Hellenic Wind", ao porto da Graciosa, viagem que registou o transporte da logística do 7º Rali Ilha Graciosa. O seu regresso esteve programado para o passado dia 10 de Junho, infelizmente o tal  embate num objecto não identificado, supostamente um cachalote, impediu a viagem. 

terça-feira, 14 de julho de 2015

Novas Obrigações de Serviço Público para Transporte Marítimo promovem maior acessibilidade mantendo custos reduzidos para os utilizadores

As novas Obrigações de Serviço Público para Transporte Marítimo, apresentadas segunda-feira, na Horta, destinadas a promover um aumento de mobilidade através do transporte marítimo de passageiros e viaturas, pretendem também dar resposta à procura, tendo em atenção a sazonalidade verificada neste tipo de transporte, mantendo, ao mesmo tempo, um preço acessível das tarifas aos seus utilizadores, pela vocação de serviço público.

Relativamente ao número de viagens, na Linha Azul, que liga Horta e Madalena, é imposto à concessionária que, no período de 16 de setembro a 14 de junho, estabeleça no mínimo quatro ligações diárias de ida e volta, entre 15 e 30 de junho e entre 1 e 15 de setembro, um mínimo de cinco ligações diárias de ida e volta, e entre 1 de julho a 31 de agosto um mínimo de seis ligações diárias de ida e volta.

Em relação à Linha Verde, que liga Horta, Madalena, São Roque do Pico e Velas, é imposta à concessionária a realização de duas ligações diárias de ida e volta em três dias da semana e uma nos restantes dias no período de 16 de setembro a 14 de junho e um mínimo de duas ligações diárias de ida e volta entre 15 de junho e 15 de setembro.

No Grupo Ocidental, nas ligações entre as Flores e o Corvo, é imposto à concessionária que, no período de 1 de outubro a 30 de abril, estabeleça no mínimo duas ligações diárias de ida e volta pelo menos duas vezes por semana, um mínimo de duas ligações diárias de ida e volta três vezes por semana em maio, junho e setembro, e um mínimo de duas ligações diárias de ida e volta seis vezes por semana em julho e agosto.

Na Linha Lilás, que liga Horta, Pico, São Jorge (Velas e Calheta) e Terceira, é imposta à concessionária, no período de 15 de junho a 15 de setembro, a realização de duas ligações de ida e volta por semana, entre a Calheta e Angra do Heroísmo, sendo que a restante parte do Triângulo é coberta por esta ligação também.

Relativamente ao transporte sazonal, as imposições à concessionária vão variar conforme a operação se desenrolar com um ou dois navios.

Quando a operação se desenrolar com um único navio, é imposto um toque quinzenal em Santa Maria, um toque semanal em São Miguel, Terceira, São Jorge, Pico, Faial e Graciosa, sendo que é imposta também, de junho a setembro, a realização de seis viagens à ilha das Flores.

Quando a operação for realizada por dois navios, entre julho e agosto, é imposto à concessionária a realização de dois toques semanais em Santa Maria, quatro em São Miguel, quatro na Terceira, dois na Graciosa, três em São Jorge, três no Pico e três no Faial.

Nos restantes meses do ano, é imposto à concessionária que estabeleça um toque semanal em Santa Maria, dois em S. Miguel, três na Terceira, um na Graciosa, dois em São Jorge, dois no Pico e dois no Faial.

No que se refere aos tarifários, estes mantêm-se para o transporte sazonal dentro dos valores que já são praticados atualmente, sendo que no Triângulo são feitos alguns ajustes.

Nas ligações entre a Horta e a Madalena é feito um acerto de tarifário, uma vez que estes preços não sofriam qualquer alteração desde 2010, passando de 3,40 para 3,60 euros.

No triângulo entre Faial, Pico e São Jorge, os preços também são atualizados em 50 cêntimos, uma vez que não sofriam qualquer alteração desde 2011.

Os preços dos tarifários de viaturas não sofrem qualquer alteração.

É ainda imposta à concessionária a definição de tarifas especiais, nomeadamente para bebés com idade até dois anos, que têm isenção do custo da viagem, para crianças dos 3 aos 12 anos, onde é imposta uma redução, no mínimo, de 50%, para as pessoas com mais de 65 anos, em que é imposta uma redução, no mínimo, de 30% e para famílias numerosas, compostas por, pelo menos, cinco pessoas e que viajem juntas, uma redução de, pelo menos, 10%, sem prejuízo de usufruírem dos descontos que são superiores para os bebés e para as crianças.

Também é imposta a implementação de tarifas especiais para grupos com mais de 10 elementos e que tem uma redução mínima de 10%, assim como a tarifa social, semanal ou mensal para o transporte regular no Triângulo, com reduções de, pelo menos, 20%.

Os passes sociais mantêm os mesmos valores, tal como o Passe 22.

Durante a execução do contrato, a concessionária poderá praticar outras tarifas especiais, mediante autorização prévia da entidade adjudicante, neste caso a Região Autónoma.
 

GaCS/SRTT/HB

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Vítor Fraga, anuncia concurso público internacional para transporte marítimo de passageiros e viaturas

 O Governo Regional dos Açores vai avançar com  um concurso público internacional,  para a concessão do serviço de transporte marítimo de passageiros e viaturas entre outubro de 2015 e dezembro de 2016.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, na Horta, que, a partir de novembro, o transporte marítimo de passageiros e viaturas nos Açores passa a ser estipulado por Obrigações de Serviço Público (OSP), de uma forma totalmente integrada.

Vítor Fraga, que falava na apresentação das OSP, que serão implementadas pela primeira vez no transporte marítimo de passageiros e viaturas, salientou que estas Obrigações juntam a componente regular, composta pela linha Azul, que faz a ligação entre a Horta e a Madalena, a linha Verde, que faz a ligação entre a Horta, Madalena, São Roque e Velas, e ainda pela ligação no Grupo Ocidental, entre as Flores e o Corvo, e a componente sazonal.

Com esta junção, segundo Vítor Fraga, “pretende-se ter um sistema que seja capaz de aumentar, com eficiência, a mobilidade de todos os Açorianos, um sistema que contribua para o desenvolvimento do mercado interno e que, simultaneamente, promova a intermodalidade".

"Queremos um transporte marítimo que responda com fiabilidade, regularidade, rapidez, conforto e eficiência”, frisou o titular da pasta dos Transportes.

Na componente do serviço regular, com a imposição das OSP será imposto à concessionária do serviço o ajustamento, dentro do que for técnica e operacionalmente possível, dos seus horários com os horários do transporte aéreo para permitir um maior nível de intermodalidade.

Por outro lado, a concessionária terá de implementar, em conjunto com a concessionária do transporte aéreo, o serviço de bagagem e carga integrada (SBCI), que vai possibilitar aos passageiros despachar a bagagem no ponto de partida, seja ele por via do transporte marítimo ou do transporte aéreo, e recolher a bagagem no seu destino final.

As OSP, válidas por um período de 14 meses, serão objeto de concurso público internacional, com um valor base de 18 milhões de euros, vigorando até 31 de dezembro de 2016.

O critério de adjudicação passa pelo valor de subsidiação por passageiro que a concessionária solicitar, bem como a valia técnica dos navios que colocar ao serviço do transporte marítimo interilhas.

Com a implementação das novas OSP, salientou Vítor Fraga, será dado “mais um passo importante na concretização do Plano Integrado de Transportes, que visa, acima de tudo, a excelência operacional”.

Vítor Fraga salientou que se pretende “associar uma eficiência dos meios a uma clara orientação permanente para satisfazer as necessidades de todos os nossos concidadãos e de todos aqueles que nos visitem”.

Com mais este passo, promove-se a integração global “em termos de transportes aéreos, marítimos e terrestres, o que demonstra a rede que existe em termos de conetividade na Região, possibilitando uma maior mobilidade a todos os Açorianos e potenciando também maior acessibilidade de e para a Região, tanto para o continente português, como a Europa, EUA e Canadá”.

© Copyright foto e texto: GACS/HB